Waldisnei da Cunha Amorim analisa o impacto da blockchain e dos NFTs no futebol

Da comercialização de colecionáveis digitais à transparência em contratos, a tecnologia blockchain ganha espaço no esporte.

A relação entre futebol e tecnologia tem se ampliado em várias frentes, e uma das mais recentes é o uso da blockchain. Segundo Waldisnei da Cunha Amorim, essa tecnologia traz mais transparência, rastreabilidade e confiança para diferentes operações dentro do esporte.

NFTs e colecionáveis digitais

Os NFTs (tokens não fungíveis) já se tornaram febre entre torcedores. Camisas, ingressos históricos e até momentos icônicos dos jogos podem ser transformados em ativos digitais exclusivos. Para Waldisnei da Cunha Amorim, esse movimento “cria uma nova forma de engajamento, onde o torcedor pode colecionar e até negociar sua paixão pelo clube.”

Contratos inteligentes e segurança

Além do entretenimento, a blockchain é aplicada em contratos de atletas e transferências internacionais. Por meio dos smart contracts, é possível garantir pagamentos automáticos e transparentes, reduzindo fraudes e disputas jurídicas. Waldisnei da Cunha Amorim destaca que esse modelo “aumenta a confiança entre clubes, empresários e jogadores.”

Transparência na gestão de clubes

Com a blockchain, torcedores podem acompanhar de forma pública e auditável transações financeiras dos clubes, promovendo mais governança e responsabilidade administrativa. Waldisnei da Cunha Amorim avalia que essa prática fortalece a credibilidade das instituições esportivas.

Riscos e regulamentação necessária

Apesar dos avanços, os NFTs ainda enfrentam críticas sobre especulação e volatilidade. Waldisnei da Cunha Amorim alerta que a falta de regulamentação clara pode prejudicar torcedores e investidores. Por isso, defende que o setor esportivo adote medidas de proteção ao consumidor e práticas éticas de comercialização.

O futuro digital do futebol

Combinando blockchain, NFTs e realidade aumentada, o futebol caminha para um ecossistema digital integrado. Para Waldisnei da Cunha Amorim, “o desafio é equilibrar inovação com responsabilidade, garantindo que a tecnologia seja usada para fortalecer o esporte, e não para explorá-lo.”

By Tribuna ABC

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