Mato Grosso do Sul alcança novo marco em geração de empregos e diminui a dependência do Bolsa Família em 2025

No ano de 2025, Mato Grosso do Sul registrou um marco histórico no mercado de trabalho, alcançando o maior índice de ocupação desde o início da série mais recente do IBGE, conforme dados da PNAD Contínua. Aproximadamente 1,46 milhão de indivíduos estavam empregados, refletindo um crescimento de 4% em relação ao ano anterior.

Esse progresso no setor de emprego foi acompanhado por um aumento na remuneração média dos trabalhadores, que atingiu R$ 3.727. Com isso, o estado ficou classificado em sétimo lugar entre as unidades federativas em termos de rendimento. O total de salários pagos mensalmente chegou a R$ 6,75 bilhões, estabelecendo um novo recorde na pesquisa.

O relatório também revela a composição da força de trabalho em 2025, com cerca de 825 mil homens e 638 mil mulheres empregados. Os ganhos obtidos diretamente do trabalho passaram a representar 80,7% da renda total por domicílio, uma proporção superior à verificada no ano anterior.

Artur Falcette, responsável pela Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), destacou que os dados refletem a força da economia local, impulsionada por investimentos e pelo desempenho robusto dos setores produtivos. Ele também mencionou a posição do estado no Ranking de Competitividade dos Estados 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), que ressalta o potencial do capital humano em Mato Grosso do Sul.

Outro dado relevante é a diminuição da porcentagem de famílias dependentes do Bolsa Família: a participação dos domicílios vinculados ao programa caiu de 13% para 9,5% em apenas um ano, posicionando o estado entre aqueles com menor dependência desse tipo de assistência.

Imagem: Fly Drone/MS

A análise estatística também aponta uma correlação entre nível educacional e salários. Trabalhadores com formação superior apresentaram uma renda habitual média mensal de R$ 6.632, mais que três vezes superior àquela recebida por pessoas sem qualquer escolaridade formal. No estado havia aproximadamente 488 mil funcionários com ensino médio completo e cerca de 375 mil com diploma universitário.

O rendimento médio domiciliar por pessoa foi registrado em R$ 2.369, ocupando a oitava posição no ranking nacional. Além disso, o Coeficiente de Gini — que mede a desigualdade — permaneceu estável em comparação ao ano anterior.

Com informações de Conexaopolitica

Gudyê GR6

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música e cultura urbana.

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A matéria aborda como Mato Grosso do Sul estabeleceu novos padrões na geração de empregos e diminuiu sua dependência do Bolsa Família ao longo do ano passado.

By Tribuna ABC

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