
Apenas em maio, o saldo negativo foi de 3,6 vagas. Setores de indústria, comércio e serviços puxam a queda, que foi maior nas cidades de Piracicaba e Limeira. Carteira de trabalho: em meio à pandemia do novo coronavírus, número de demissões é maior que o de contratações
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A região de Piracicaba (SP) totaliza 6,8 mil postos de trabalho a menos entre janeiro e maio deste ano, em meio à pandemia do novo coronavírus. Apenas em maio, o saldo negativo foi de 3,6 mil vagas.
Os dados foram atualizados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, nesta segunda-feira (29).
Em maio, a cidade da região com a maior quantidade de postos fechados foi Piracicaba, com 1,7 mil vagas a menos, seguida por Limeira, com 864 negativos. Na sequência, está Santa Bárbara d’Oeste, com 536 a menos, e Nova Odessa, com déficit de 536 postos.
No acumulado do ano, Piracicaba chega a 2,7 mil vagas fechadas, seguida por Limeira (-3 mil), Nova Odessa (- 1 mil) e Santa Bárbara (-725).
Cenário em 2019
Entre janeiro e maio de 2019, a região tinha registrado um saldo positivo de 9.201 vagas. Em Limeira foram abertos 1.523 postos, enquanto em Santa Bárbara d’Oeste foram 1.400 e em Piracicaba, 1.251.
Saldo de emprego na região de Piracicaba entre janeiro e maio de 2020
Setores
Em Piracicaba, o setor com o maior saldo negativo em maio foi o de serviços, com 1.029 postos a menos, seguido por indústria (-475), comércio (-226) e construção (-75). Na contramão, a agropecuária teve um saldo positivo de 64 vagas.
Em Limeira, o pior cenário foi na indústria, com 411 vagas fechadas. Na sequência aparecem comércio (-230) e serviços (-199). A agropecuária teve um saldo positivo de três vagas.
Santa Bárbara d’Oeste teve 509 empregos a menos na indústria, enquanto no setor de serviços o déficit foi de 193, seguido pelo comércio (-93). A agropecuária apresentou abertura de 278 postos.
Saldo de emprego na região de Piracicaba em maio de 2020
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