1 de 1Avenidas Independência e Presidente Vargas serão interligadas por túnel — Foto: Alexandre de Azevedo/ Divulgação Prefeitura de Ribeirão Preto
Avenidas Independência e Presidente Vargas serão interligadas por túnel — Foto: Alexandre de Azevedo/ Divulgação Prefeitura de Ribeirão Preto
A Prefeitura de Ribeirão Preto (SP) autorizou o início da construção de um túnel que vai ligar as avenidas Independência e Presidente Vargas, importantes corredores viários que ligam o Centro e a zona sul da cidade.
Parte do pacote de mobilidade urbana do município, a obra foi contratada por R$ 19,8 milhões e a previsão é de que seja concluída em 18 meses pela Contersolo Construtora, segundo ordem de serviço assinada na terça-feira (30).
O projeto prevê um túnel de 180 metros de extensão e oito de largura que passará por baixo da Praça Salvador Spadoni e levará os carros da Avenida Independência até a Avenida Presidente Vargas no trecho entre as ruas João Penteado e Eliseu Guilherme. Hoje, esse acesso é feito por uma bifurcação que cruza a Avenida Nove de Julho.
A estrutura contará com iluminação natural, passarela de segurança, além de sistemas de combate a incêndio e drenagem.
O tráfego no sentido oposto, da Presidente Vargas até a Independência, será possível por faixas térreas construídas sobre o túnel. Com isso, o retorno pelas ruas Olavo Bilac e Quintino Bocaiúva deixará de existir.
O objetivo é melhorar a fluidez no trânsito, atualmente afetada pelo retorno que faz a ligação das duas avenidas, por onde circulam até 5,4 mil veículos nos dois sentidos durante os horários de pico, segundo a administração municipal.
Segundo a Prefeitura, as interdições na região serão feitas por etapas para minimizar os impactos no trânsito durante as obras.
Prometido desde 2013 e inicialmente previsto para ser concluído até agosto deste ano, o pacote de mobilidade urbana está em execução em diferentes regiões da cidade para remodelar a malha viária de Ribeirão Preto.
Ao todo, mais de 30 obras estão previstas ao custo total de aproximadamente R$ 500 milhões, com recursos do governo federal, do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa) e agências de crédito.
