Quatro 'motolâncias' do Samu reforçam o atendimento em áreas de difícil acesso em Santos

Motolância atende pessoas em áreas de difícil acesso — Foto: Divulgação/Prefeitura de Santos 1 de 1
Motolância atende pessoas em áreas de difícil acesso — Foto: Divulgação/Prefeitura de Santos

Motolância atende pessoas em áreas de difícil acesso — Foto: Divulgação/Prefeitura de Santos

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Santos, no litoral de São Paulo, conta agora com o reforço de mais quatro ‘motolâncias’ para facilitar o atendimento em áreas de difícil acesso. Dessa forma, será possível socorrer com maior agilidade as vítimas de acidentes de trânsito em vias congestionadas, por exemplo.

A rede de saúde já contava com uma motolância, além de outras 20 ambulâncias. Por mês, o serviço atende a 2,6 mil chamados recebidos pela central 192, sendo cerca de 420 (16% do total) de alta prioridade, com maior risco de morte, os quais são atendidos em até sete minutos.

Os quatro veículos serão operados por 12 profissionais capacitados e ficarão estacionados na base da orla do Boqueirão, em frente à Avenida Conselheiro Nébias. As motolâncias deverão ser acionadas pelos médicos reguladores da central do Samu em situações como atropelamentos e outros acidentes graves.

A equipe será formada por enfermeiros e técnicos de enfermagem, que fizeram cursos de atendimento pré-hospitalar e de motociclista de atendimento em urgência, incluindo treinamento prático e teórico de pilotagem defensiva e ofensiva.

As novas viaturas foram adquiridas por meio de pregão eletrônico, com valor total de R$ 88 mil. Os recursos da compra e equipagem são municipais, com indicação de emendas parlamentares dos vereadores Ademir Pestana, Fabricio Cardoso, Lincoln Reis e Manoel Constantino.

Quando chamar o Samu?

O Samu (192) deve ser acionado em casos de acidentes de trânsito com vítimas, pessoas com problemas cardiorrespiratórios, situações de intoxicação, trabalhos de parto com risco de morte da mãe e do feto, entre outras situações graves em que não é possível ou indicado levar a vítima até uma unidade de pronto atendimento.

Os atendentes do serviço solicitam as principais informações à pessoa que faz o chamado telefônico para a definição do melhor tipo de viatura para o atendimento, conforme a gravidade da ocorrência.

By Tribuna ABC

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