Últimas notícias de coronavírus na região de Campinas em 18 de julho

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Confira as últimas notícias sobre o coronavírus na região — Foto: Hellen Souza/ Arte-G1

Confira as últimas notícias sobre o coronavírus na região — Foto: Hellen Souza/ Arte-G1

Campinas (SP) completou 50 dias seguidos com pelo menos uma morte em decorrência da Covid-19. O dia 28 de maio foi o último sem registro de óbito pela doença entre moradores. De lá para cá, a cidade contabilizou ao menos 448 vítimas, 84,8% do total de 528 registrados até a manhã deste sábado (18).

Das 448 mortes confirmadas até o momento nesses 50 dias, as vítimas tinham entre cinco e 101 anos, sendo a maior prevalência de mortes em pessoas acima dos 60 anos.

Casos de Covid-19

Desde o início da pandemia, a região contabiliza 26.956 casos positivos nos 31 municípios da área de cobertura do G1 Campinas. Além disso, já ocorreram 1.026 mortes em 25 cidades.

50 dias de mortes

Segundo os dados divulgados pela prefeitura, entre 29 de maio até 17 de julho, duas datas registraram o maior número de óbitos em 24 horas. Nos dias 12 e 30 de junho, 34 moradores de Campinas perderam a batalha para a doença – 17 em cada dia.

Números que traduzem a gravidade da Covid-19. “Essa doença não é uma gripezinha. A gente sabe que 85% dos que adoecem têm sintomas brandos, que 5% precisam de suporte, vão para UTI e uma parcela vem a óbito. A questão é quanto mais gente doente, maior o número de casos graves”, ressalta Andrea Von Zuben, diretora do Departamento de Vigilância Sanitária (Devisa) de Campinas.

A profissional destaca que os pacientes costumam ter o quadro agravado no sétimo dia após o início dos sintomas e que, em média, quem precisa de suporte hospitalar fica 14 dias internados. “Nesses 14 dias tem quem vai evoluir para a cura e tem quem vai agravar, um percentual vai para óbito.”

Para internar uma pessoa com sintomas de Covid-19, os profissionais de saúde avaliam uma série de critério médicos, como frequência cardíaca e oximetria, o nível de oxigênio no sangue. “Se a oximetria aponta menor que 95%, é de praxe já internar”, explica.

A internação, contudo, não é garantia de vitória sobre a doença. Andrea lembra que a morte dos pacientes ocorre por uma manifestação inflamatória e que não há um medicamento comprovado para combatê-la.

Erros e acertos no uso da máscara de proteção contra o coronavírus — Foto: Arte/G1 2 de 2
Erros e acertos no uso da máscara de proteção contra o coronavírus — Foto: Arte/G1

Erros e acertos no uso da máscara de proteção contra o coronavírus — Foto: Arte/G1

CORONAVÍRUS

By Tribuna ABC

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