Num mundo “de ponta cabeça” leveza de fotos inspira paz e tranquilidade

O flagrante da fêmea do benedito-de-testa-amarela parece desafiar a gravidade. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal 1 de 9
O flagrante da fêmea do benedito-de-testa-amarela parece desafiar a gravidade. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

O flagrante da fêmea do benedito-de-testa-amarela parece desafiar a gravidade. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

“Não da para falar de Vitor sem falar de natureza”, afirma o próprio Vitor Fonseca, de 29 anos.

Criado na capital paulista em meio aos arranhas-céus da cidade, ainda criança encontrava refúgio e paz em um sítio da família que visitava aos finais de semana. O local no município de Mairinque (SP) é próximo de áreas de conservação ambiental e de muita fauna e flora.

Vitor Fonseca se apaixonou pela fotografia de aves em 2017 e desde então não parou de aumentar o acervo. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal 2 de 9
Vitor Fonseca se apaixonou pela fotografia de aves em 2017 e desde então não parou de aumentar o acervo. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

Vitor Fonseca se apaixonou pela fotografia de aves em 2017 e desde então não parou de aumentar o acervo. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

Entre todas plantas e bichos, um encontro duplo em 2017 despertaria uma paixão maior e acarretaria no futuro hobby do vendedor, que atualmente reside em Baurueri (SP). “Com uma câmera simples, recém-comprada, acabei dando de encontro com uma ave que não conhecia no sítio. Sem saber, flagrei a espécie encontro e desde então sou fascinado por clicar aves”, explica.

A curiosidade atrás de novas espécies e a busca por novas fotos impulsionaram as passarinhadas, que hoje acontecem praticamente todo final de semana pelo interior do estado. Segundo Vitor, quem começa a fotografar esses animais não para nunca mais.

“É como um vício e uma terapia, você aprende cada dia novas informações, melhora as fotos e as edições das imagens, faz amigos do ramo e ainda se conecta com a natureza, o que já me ajudou muito emocionalmente”.

O pica-pau-de-cabeça amarela também é conhecido como cabeça-de-velho, joão-velho, pica-pau-amarelo, pica-pau-loiro, pica-pau-velho e pica-pau-cabeça-de-fogo. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal 3 de 9
O pica-pau-de-cabeça amarela também é conhecido como cabeça-de-velho, joão-velho, pica-pau-amarelo, pica-pau-loiro, pica-pau-velho e pica-pau-cabeça-de-fogo. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

O pica-pau-de-cabeça amarela também é conhecido como cabeça-de-velho, joão-velho, pica-pau-amarelo, pica-pau-loiro, pica-pau-velho e pica-pau-cabeça-de-fogo. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

Com cerca de 100 espécies no arquivo pessoal, a ideia de criar uma página nas redes sociais para compartilhar os flagrantes surgiu para divulgar o passatempo e levar leveza às pessoas.

“Claro que busco reconhecimento por algo que me dedico tanto, mas a ideia é também criar um conteúdo que faça as pessoas se distraírem das noticias pesadas de hoje em dia e para que elas consigam sentir um pouco da paz que encontro na natureza e que até já me curou”, finaliza.

Confira outros registros

A saíra-sete-cores se destaca no acervo pessoal do amante da natureza Vitor Fonseca. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal 4 de 9
A saíra-sete-cores se destaca no acervo pessoal do amante da natureza Vitor Fonseca. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

A saíra-sete-cores se destaca no acervo pessoal do amante da natureza Vitor Fonseca. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

O amante da natureza sai para passarinhar no interior de São Paulo. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal 5 de 9
O amante da natureza sai para passarinhar no interior de São Paulo. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

O amante da natureza sai para passarinhar no interior de São Paulo. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

O araçari-banana mede cerca de 35 centímetros de comprimento e pesa entre 156 e 169 gramas. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal 6 de 9
O araçari-banana mede cerca de 35 centímetros de comprimento e pesa entre 156 e 169 gramas. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

O araçari-banana mede cerca de 35 centímetros de comprimento e pesa entre 156 e 169 gramas. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

Os beija-flores também fazem parte do acervo de Vitor Fonseca. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal 7 de 9
Os beija-flores também fazem parte do acervo de Vitor Fonseca. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

Os beija-flores também fazem parte do acervo de Vitor Fonseca. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

As seriemas se alimentam de insetos e pequenos vertebrados. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal 8 de 9
As seriemas se alimentam de insetos e pequenos vertebrados. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

As seriemas se alimentam de insetos e pequenos vertebrados. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

Vitor Fonseca continua atrás de mais registros do urutau, uma das aves favoritas do vendedor. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal 9 de 9
Vitor Fonseca continua atrás de mais registros do urutau, uma das aves favoritas do vendedor. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

Vitor Fonseca continua atrás de mais registros do urutau, uma das aves favoritas do vendedor. — Foto: Vitor Fonseca/Arquivo Pessoal

By Tribuna ABC

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