1 de 1Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) — Foto: Fabio Rodrigues/G1
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) — Foto: Fabio Rodrigues/G1
Uma pesquisa de doutorado desenvolvida na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) busca por voluntários para avaliar o impacto do distanciamento social causado pela pandemia de coronavírus, em crianças e adolescentes com deficiência motora ou intelectual.
Podem participar pais ou responsáveis por crianças e adolescentes com idade entre 3 e 17 anos, que tenham deficiência motora ou intelectual e capacidade de andar sozinhos ou com dispositivo de auxílio.
Os candidatos vão participar de avaliações online e via telefone, com início imediato, e que se repetirão daqui dois meses e, também, dois meses após o retorno ao convívio social. Os interessados devem entrar em contato pelo WhatsApp (19) 99758-1342 ou pelo e-mail [email protected].
Impacto do distanciamento social
O estudo é realizado pela doutoranda Beatriz Helena Brugnaro, sob orientação de Nelci Adriana Cicuto Ferreira Rocha, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da UFSCar, e tem parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR).
De acordo com Brugnaro, no período de distanciamento social, quando a maioria dessas crianças e adolescentes não está frequentando escolas e terapias, pode haver mudanças na participação delas nas atividades em casa, no nível de atividade física e no desenvolvimento motor.
A hipótese é que a participação nas atividades em casa aumente, visto que o tempo em que as crianças e adolescentes estão com a família é maior. Já o nível de atividade física e o desempenho motor devem diminuir, considerando a inatividade física que o distanciamento social pode impor.
Os pesquisadores vão fornecer orientações, por meio de cartilhas e conversas com as famílias, para incentivar que as crianças e adolescentes participem da rotina diária em casa e mantenham um estilo de vida fisicamente ativo.
