Vereadores de Itápolis seguiram orientação do relatório da própria CP que indicava improcedência das denúncias — Foto: Câmara de Itápolis/Divulgação
Vereadores de Itápolis seguiram orientação do relatório da própria CP que indicava improcedência das denúncias — Foto: Câmara de Itápolis/Divulgação
Cinco dos nove vereadores da Câmara de Itápolis (SP) votaram pela improcedência da denúncia de dois eleitores que, em maio deste ano, se transformou em uma Comissão Processante contra o prefeito, Edmir Gonçalves (MDB), e o vice-prefeito, Mário de Almeida Filho.
Com o resultado, a representação foi arquivada na sessão desta sexta-feira (14). A mesma denúncia atingia também o vice-prefeito. Neste caso, todos os vereadores votaram pela improcedência.
A representação foi apresentada por dois moradores da cidade que enumeraram sete fatos para embasar a investigação, entre eles a epidemia de dengue, os buracos nas ruas e a falta de medicamentos nas unidades de saúde, entre outros.
A maioria dos votos dos vereadores seguiu a orientação da própria Comissão Processante, que entendeu majoritariamente pela improcedência da denúncia contra o prefeito e integralmente pela improcedência contra o vice.
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