Cadastros de doadores de medula óssea diminuem na região de Itapetininga

Doação de medula óssea pode salvar a vida do paciente — Foto: Reprodução/TV TEM 1 de 1
Doação de medula óssea pode salvar a vida do paciente — Foto: Reprodução/TV TEM

Doação de medula óssea pode salvar a vida do paciente — Foto: Reprodução/TV TEM

O número de doadores de medula óssea cadastrados na região de Itapetininga (SP) diminuiu durante o período de pandemia de coronavírus.

De acordo com Maria Goretti de Araújo Marques, médica hematologista e hemoterapeuta, é importante alertar para que os interessados voltem a fazer o cadastro para doação de medula óssea já que, atualmente, há 850 pacientes na fila de espera para o transplante.

“Por causa da pandemia, foi observada uma grande diminuição no número de cadastro de medula e também de doadores de sangue, então é importante chamarmos novamente essas pessoas”, diz.

Segundo a especialista, para ser um doador de medula é necessário realizar exames para saber se ele tem as condições clínicas necessárias.

Mutirões para cadastro de doadores estão previstos para fevereiro de 2021. Mais informações podem ser obtidas nos números dos Hemonúcleos de Sorocaba (15) 3224-2930 ou Jaú (14) 3602-1200.

O que fazer após se cadastrar no Redome

O cadastro do doador permanecerá ativo no Redome até ele completar 60 anos e, assim, ele poderá ser selecionado para um paciente ao longo de toda a vida. Por este motivo, é importante que o doador mantenha todos os dados pessoais atualizados por meio do site do Redome.

Quem pode doar

  • Ter entre 18 e 55 anos de idade;
  • Estar em bom estado de saúde;
  • Não ter doença infecciosa transmissível pelo sangue (como infecção pelo HIV ou hepatite);
  • Não apresentar histórico de doença neoplásica (câncer), hematológica ou autoimune (como lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatoide).

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By Tribuna ABC

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