Covas sanciona lei que extingue Serviço Funerário, Autarquia Hospitalar municipal e reduz número de entidades da administração indireta

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), sancionou nesta quinta-feira (30) o projeto de lei que prevê uma reforma administrativa com a extinção de órgãos municipais como o Serviço Funerário, a Autarquia Hospitalar, responsável pelo gerenciamento dos hospitais municipais, além da Amlurb (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana), o Ilume (Departamento de Iluminação Pública), a SPTuris, entre outros.

O texto foi publicado no Diário Oficial nesta quinta.

Órgãos extintos, conforme publicação no Diário Oficial:

  • Autoridade Municipal de Limpeza Urbana
  • Serviço Funerário
  • Autarquia Municipal de Serviços Auxiliares de Saúde
  • Autarquia Hospitalar Municipal
  • Agência São Paulo de Desenvolvimento – Ade Sampa
  • Fundação Paulistana De Educação, Tecnologia E Cultura – Fundação Paulistana
  • São Paulo Turismo S.A

O projeto foi enviado pelo executivo à Câmara em novembro do ano passado e aprovado em segunda votação pelos vereadores em junho deste ano, com 31 votos favoráveis e 12 contrários.

A proposta prevê que a administração direta, ou seja, a própria prefeitura, ou agências, absorvam atividades antes exercidas por autarquias e fundações que agora passam a ser extintas.

O G1 questionou a prefeitura como será feita a transição e o impacto da mudança e aguarda retorno.

O Sindsep (Sindicato dos servidores municipais) critica a proposta e afirma que a gestão municipal quer privatizar tais serviços.

À época em que o projeto foi enviado à Câmara, a Prefeitura de São Paulo alegou que o objetivo era tornar a administração mais eficiente, menos custosa e fortalecer o poder regulatório e de fiscalização.

Pela lei, também fica criada a SP Regula, uma agência vinculada ao gabinete do prefeito, que cuidará das concessões à inciativa privada.

By Tribuna ABC

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