1 de 1UTI em hospital de Ribeirão Preto — Foto: Crédito: Rafael Fernandes.
UTI em hospital de Ribeirão Preto — Foto: Crédito: Rafael Fernandes.
Dados divulgados nesta sexta-feira (3) pelo Comitê de Contingenciamento da Covid-19 no Estado de São Paulo mostram que a taxa de ocupação em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) piorou nos departamentos regionais de saúde (DRSs) de Ribeirão Preto (SP), Franca (SP) e Barretos (SP) em uma semana.
A maior variação em relação ao dia 26 de junho ficou por conta da DRS 13, com sede em Ribeirão Preto. Na etapa 1 (vermelha), a mais restritiva da retomada das atividades, as 26 cidades juntas têm 86,4% das vagas ocupadas. Na semana passada o índice era de 78%.
Segundo o secretário de desenvolvimento regional Marco Vinholi, a situação da DRS 13, junto com a regional de Campinas, preocupa o Estado. Para a região de Ribeirão Preto, desde o início da pandemia, 145 novos leitos de UTI foram criados e 88 novos respiradores foram enviados, 34 somente nesta semana para doze cidades.
“Nós vamos seguir ampliando esses leitos, já estamos negociando com as regiões. (…) Nenhuma das regiões vai ter a capacidade hospitalar comprometida. Ninguém ficou sem atendimento no Estado de São Paulo até agora e ninguém ficará até o final”, afirmou Vinholi.
Na região de Franca, sede da DRS 8, houve um leve aumento na taxa de ocupação. No dia 26, o Estado apontou 69,9% dos leitos de UTI ocupados. Nesta sexta, o índice é de 70,5%. As 22 cidades também estão na fase vermelha de retomada.
Já na DRS 5, que engloba 18 munícios da região de Barretos e avançou para a fase laranja no dia 26, a taxa de ocupação nas UTIs era de 71,6% e agora é de 76,7%.
Nenhuma das regiões avançou ou regrediu no plano de retomada das atividades em São Paulo. Um novo anúncio das classificações das cidades deve ser feito pelo governo na próxima sexta-feira (11).
