1 de 2Fiscalização em estabelecimentos de Piracicaba, em prevenção à pandemia do coronavírus — Foto: Divulgação/ Prefeitura de Piracicaba
Fiscalização em estabelecimentos de Piracicaba, em prevenção à pandemia do coronavírus — Foto: Divulgação/ Prefeitura de Piracicaba
Nos dez primeiros dias de regressão à fase vermelha do plano de prevenção à pandemia de coronavírus, quando os comércios não essenciais tiveram que voltar a fechar, 23 estabelecimentos foram fechados durante fiscalização, em Piracicaba (SP), por descumprimento da quarentena.
Os dados são referentes ao período de 29 de junho a 8 de julho, em fiscalizações realizadas por agentes da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e Guarda Civil Municipal.
De acordo com dados fornecidos pela fundação, os comércios ficam localizados no Centro, Paulista, Piracicamirim, Campestre, Paulicéia, Bairro Alto, Vila Rezende e São Dimas.
Não foram divulgados todos os segmentos dos estabelecimentos flagrados durante a operação, mas na última ação divulgada, realizada na terça-feira (7), duas imobiliárias, uma papelaria, uma loja de armarinhos, uma loja de decorações e cortinas, duas lojas de roupas e uma de calçado estavam abertas.
Os fiscais do Procon orientaram os proprietários para que permaneçam fechados, mas que podem atender via delivery.
2 de 2Guardas deram apoio durante serviço de orientação no comércio de Piracicaba — Foto: Divulgação/ Prefeitura de Piracicaba
Guardas deram apoio durante serviço de orientação no comércio de Piracicaba — Foto: Divulgação/ Prefeitura de Piracicaba
Reabertura
Segundo anúncio do governo estadual nesta sexta-feira (10), a região de Piracicaba voltou para a segunda fase (laranja) do Plano São Paulo de retomada gradual da economia.
Com a decisão, as cidades podem reabrir o comércio e alguns setores de serviços não essenciais, com restrições, a partir de segunda-feira (13).
A medida vale até, pelo menos, a sexta (17), quando o governo estadual anuncia a avaliação das regiões.
Também houve fiscalização quanto ao uso obrigatório de máscaras, realizado por agentes da Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo. Desde 1º de julho, não usar máscaras em locais públicos pode levar a multa de R$ 500. De acordo com o governo estadual, foram visitados 115 estabelecimentos, mas não houve aplicação de multas.

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