Estado mantém Vale do Paraíba e região bragantina na fase amarela do Plano SP – 14/08 — Foto: Governo de SP/Divulgação
Estado mantém Vale do Paraíba e região bragantina na fase amarela do Plano SP – 14/08 — Foto: Governo de SP/Divulgação
O Estado de São Paulo manteve o Vale do Paraíba e região bragantina na fase amarela do Plano São Paulo. O anúncio foi feito em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (14) no Palácio dos Bandeirantes.
A informação de que o Vale do Paraíba permaneceria na fase amarela havia sido adiantada pelo secretário de Desenvolvimento Regional do Estado de São Paulo, Marco Vinholi, em visita a São José dos Campos nesta quinta-feira.
O governo estadual informou que a classificação dessa semana é intermediária e não haveria avanço ou regressão de fase. A mudança só poderia ocorrer se fosse necessária a reclassificação na fase vermelha, a mais restritiva do Plano SP.
Polêmica da classificação
No dia 24 de julho, após o anúncio de manutenção na fase laranja no Vale do Paraíba, prefeitos da região anunciaram que iriam avançar para a fase amarela do Plano São Paulo. Cidades como São José dos Campos e Taubaté anunciaram a publicação de decretos que permitem a abertura de restaurantes, academias e salões de beleza.
A alegação era de que havia erro na tabulação dos dados por parte do Governo. Após reuniões com a Secretaria de Desenvolvimento Regional, o Estado descartou o erro e a maioria das cidades voltou atrás na decisão. Com exceção de São José dos Campos, que só retornou à fase laranja após decisão judicial.
Classificação
A cor de cada região do mapa é determinada por uma série de critérios, entre eles taxa de ocupação de UTIs e total de leitos a cada 100 mil habitantes. Esses indicadores são avaliados junto com dados de mortes, casos e internações por Covid-19 para determinar a fase em que se encontra cada região.
A regiões são avaliadas periodicamente de acordo com os indicadores de saúde, verificando se cumprem os critérios para avançarem a uma fase de maior relaxamento a cada 14 dias ou voltar para uma fase mais restrita a cada 7 dias (ou imediatamente, caso haja evidência da piora da situação).
