Franca, SP, confirma mais 3 mortes e 168 casos de Covid-19; ocupação de UTIs é de 74%

Santa Casa de Franca, SP — Foto: Jefferson Severiano Neves/EPTV 1 de 2
Santa Casa de Franca, SP — Foto: Jefferson Severiano Neves/EPTV

Santa Casa de Franca, SP — Foto: Jefferson Severiano Neves/EPTV

A Prefeitura de Franca (SP) confirmou mais três mortes e 168 casos de Covid-19 em boletim epidemiológico divulgado na noite de quinta-feira (1º). Com isso, o total de óbitos chega a 142 e de pacientes infectados se eleva para 6.324.

As novas vítimas da pandemia no município são um homem de 70 anos e duas mulheres de 42 e 69 anos. Todos tinham outras doenças associadas.

Do total de pacientes positivos, 1.886 se recuperaram. De acordo com a Vigilância Epidemiológica, os casos suspeitos somam 768 e o número de pessoas que testaram negativo para a Covid-19 é de 8.359.

As faixas etárias com mais confirmações da Covid-19 são de pessoas entre 30 e 39 anos – com 1.431 registros – e entre 20 e 29 anos – com 1.225. Homens e mulheres dividem a mesma proporção de casos da doença.

As comorbidades mais comuns associadas ao novo coronavírus em Franca são diabetes, hipertensão e cardiopatia.

Reprodução em 3D do modelo do novo coronavírus (Sars-CoV-2) criada pela Visual Science. Dentro do verde mais claro, as bolinhas vermelhas representam o 'centro' do vírus, o genoma de RNA; as bolinhas verdes são proteínas 'especiais', que protegem esse material genético. Ao redor do verde, o vermelho mais fraco é a 'casca', feita de uma membrana retirada da célula hospedeira. O vermelho mais vivo são as proteínas 'matrizes' codificadas pelo vírus. As 'pontas' que saem do vírus são as 'lanças de proteínas', que o vírus usa para se conectar às células hospedeiras e infectá-las. — Foto: Reprodução/Visual Science 2 de 2
Reprodução em 3D do modelo do novo coronavírus (Sars-CoV-2) criada pela Visual Science. Dentro do verde mais claro, as bolinhas vermelhas representam o ‘centro’ do vírus, o genoma de RNA; as bolinhas verdes são proteínas ‘especiais’, que protegem esse material genético. Ao redor do verde, o vermelho mais fraco é a ‘casca’, feita de uma membrana retirada da célula hospedeira. O vermelho mais vivo são as proteínas ‘matrizes’ codificadas pelo vírus. As ‘pontas’ que saem do vírus são as ‘lanças de proteínas’, que o vírus usa para se conectar às células hospedeiras e infectá-las. — Foto: Reprodução/Visual Science

Reprodução em 3D do modelo do novo coronavírus (Sars-CoV-2) criada pela Visual Science. Dentro do verde mais claro, as bolinhas vermelhas representam o ‘centro’ do vírus, o genoma de RNA; as bolinhas verdes são proteínas ‘especiais’, que protegem esse material genético. Ao redor do verde, o vermelho mais fraco é a ‘casca’, feita de uma membrana retirada da célula hospedeira. O vermelho mais vivo são as proteínas ‘matrizes’ codificadas pelo vírus. As ‘pontas’ que saem do vírus são as ‘lanças de proteínas’, que o vírus usa para se conectar às células hospedeiras e infectá-las. — Foto: Reprodução/Visual Science

Franca (SP) registrou na quinta-feira uma taxa de ocupação de UTIs de 74%, com 40 pacientes internados nos 54 leitos disponíveis.

Na Santa Casa, hospital referência no atendimento da pandemia pelo SUS, 29 dos 37 leitos estão com pacientes. Há outros cinco disponíveis para o público infantil e todos estão desocupados desde 5 de setembro.

Na rede particular do município, 11 dos 17 leitos estavam ocupados.

Na enfermaria, 24 entre 43 vagas estavam ocupadas, o que resulta em uma taxa de 56%.

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By Tribuna ABC

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