Governo de SP multa 16 estabelecimentos e 4 pessoas por falta de uso de máscara na primeira quinzena de julho

A Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo realizou na manhã desta quarta-feira (1) na região da rua 25 de Março, Centro da cidade de São Paulo, blitz para verificação do uso de máscaras em ambientes comuns. — Foto: Suamy Beydoun/Estadão Conteúdo 1 de 1
A Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo realizou na manhã desta quarta-feira (1) na região da rua 25 de Março, Centro da cidade de São Paulo, blitz para verificação do uso de máscaras em ambientes comuns. — Foto: Suamy Beydoun/Estadão Conteúdo

A Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo realizou na manhã desta quarta-feira (1) na região da rua 25 de Março, Centro da cidade de São Paulo, blitz para verificação do uso de máscaras em ambientes comuns. — Foto: Suamy Beydoun/Estadão Conteúdo

A Vigilância Sanitária Estadual aplicou 16 multas em estabelecimento comerciais e quatro em pessoas físicas por falta de uso de máscara em espaços públicos e particulares de uso comum em todo o estado de 1º a 15 de julho. A punição varia entre R$ 524 e R$ 5 mil. Foram 7.013 fiscalizações em todo o estado no período.

A multa para quem circular sem máscara em espaços públicos e particulares de uso comum é de R$ 524. Já os estabelecimentos comercias são multados em R$ 5.025 para cada pessoa que estiver no local sem a proteção. Há ainda a previsão de uma multa de R$ 1.380,50 se o estabelecimento não colocarem placas que informam sobre a obrigatoriedade da máscara.

A nova resolução não prevê punição para quem está em carro particular desde que o motorista esteja sozinho, se tiver mais de uma pessoa no veículo é obrigatório o uso de máscaras para todas as pessoas. O uso de máscaras no transporte público e de aplicativos já era obrigatório no estado desde o início de maio.

Também em maio, o governo do estado já havia publicado decreto que determinava o uso geral e obrigatório de máscaras nas 645 cidades paulistas para o combate à pandemia do coronavírus. Segundo o decreto, os infratores poderiam receber multa de R$ 276 a R$ 276 mil, ou até serem punidos com pena de um a quatro anos de detenção. No entanto, nenhum estabelecimento foi multado. Desde então, os locais receberam apenas orientações.

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By Tribuna ABC

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