Hospital de Campanha do Anhembi vai ter leitos desativados a partir de 1º de agosto

 Vista aérea do Complexo Anhembi, que abriga um hospital de campanha para pacientes com Covid-19, na Zona Norte de São Paulo — Foto: ANDRé PERA/AGÊNCIA F8/ESTADÃO CONTEÚDO 1 de 1
Vista aérea do Complexo Anhembi, que abriga um hospital de campanha para pacientes com Covid-19, na Zona Norte de São Paulo — Foto: ANDRé PERA/AGÊNCIA F8/ESTADÃO CONTEÚDO

Vista aérea do Complexo Anhembi, que abriga um hospital de campanha para pacientes com Covid-19, na Zona Norte de São Paulo — Foto: ANDRé PERA/AGÊNCIA F8/ESTADÃO CONTEÚDO

A maior parte do Hospital de Campanha do Anhembi, na Zona Norte de São Paulo, será desativada a partir de 1º de agosto, de acordo com o prefeito Bruno Covas (PSDB). O hospital criado temporariamente para atender pacientes com Covid-19 vai continuará com 310 leitos em funcionamento, enquanto outros 561 serão desativados.

Segundo a Prefeitura de São Paulo, a medida foi tomada devido a estabilização da doença na cidade e a economia será de R$ 19 milhões.

“Então nós vamos reduzir a área em que nós tínhamos 871 leitos e vamos passar a utilizar apenas 310 leitos no hospital municipal de campanha do Anhembi. Serão menos 561 leitos, o que vai gerar uma economia mensal, em agosto, de R$ 19 milhões. O hospital municipal de campanha do Anhembi, que tem um custeio mensal de R$ 28 milhões, passará a ter um custeio mensal de R$ 9 milhões”, disse o prefeito.

Nesta quinta (16), o hospital do Anhembi tem 212 pacientes internados.

A ala que será encerrada é a maior do hospital provisório. Essa ala foi montada e está sob administração do Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas). O contrato encerra dia 31 de julho e não será renovado.

A outra ala, montada e administrada pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), continuará aberta. A SPDM recebeu na quarta-feira (15) um comunicado da Prefeitura prorrogando o contrato até 31 de agosto.

By Tribuna ABC

Veja Também!