
Ministério conta com sucesso dos testes da fase 3 da vacina de Oxford e diz, ainda, que está ‘fazendo os contratos’ com quem está fabricando. Ministro Eduardo Pazuello, inaugura unidade de apoio ao diagnóstico da Covid19, na Fiocruz, em 10 de agosto
Estefan Radovicz/Agência O Dia/Estadão Conteúdo
O ministro-interino da Saúde, Eduardo Pazuello, disse nesta terça-feira (8) que a vacinação contra a Covid-19 no Brasil começa em “janeiro do ano que vem”. A declaração foi dada em reunião ministerial com Jair Bolsonaro, após ele ter sido perguntado sobre o tema pela youtuber mirim Esther, uma garota de 10 anos que foi convidada pelo presidente para fazer perguntas aos ministros. A menina perguntou: “Vai ter vacina para todo mundo? E remédio, ou não vai?”.
“É o plano. A gente está fazendo os contratos com quem fabrica as vacinas, e a previsão é que essa vacina chegue para nós a partir de janeiro. Janeiro do ano que vem a gente começa a vacinar todo mundo” – Eduardo Pazuello.
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Ministério da Saúde anuncia previsão da vacina de Oxford para janeiro de 2021
Em 2 de setembro, o Ministério da Saúde já havia anunciado que a distribuição da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford continuava prevista para janeiro de 2021, caso seja mantida a perspectiva de comprovação da eficácia na terceira e última fase de testes clínicos.
Na data, o secretário-executivo da Saúde, Élcio Franco Filho, reforçou que as primeiras 30 milhões de doses serão oferecidas para a população no começo do ano que vem, seguindo o planejamento do governo.
“A previsão, pelo que nós estamos discutindo, e que nós temos até o momento, é que os primeiros lotes da vacina estarão sendo disponibilizados para imunização da população a partir de janeiro de 2021”, disse o secretário.
Segundo Élcio Filho, em um primeiro momento o país receberá do exterior o ingrediente ativo da vacina, que será preparada e envasada pala Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.
A instituição tem um acordo de transferência tecnológica que garantirá a produção do imunizante no país. A Fiocruz deve ainda produzir, em um segundo momento, mais 70 milhões de doses da vacina.
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‘Janeiro do ano que vem, a gente começa a vacinar todo mundo’ contra a Covid, diz Pazuello
