1 de 1Hospital Santa Marcelina, em Itaquaquecetuba, tem ocupação de 77% dos leitos de UTI — Foto: Alessandro Batata/TV Diário
Hospital Santa Marcelina, em Itaquaquecetuba, tem ocupação de 77% dos leitos de UTI — Foto: Alessandro Batata/TV Diário
A média de ocupação de leitos de UTI para Covid-19 na rede estadual do Alto Tietê voltou a subir nesta quarta-feira (15) em relação a terça, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde. O índice que estava em 56% na terça (14) e subiu para 60,3%. Na segunda, a ocupação estava em 64,3%.
Nesta quarta, a ocupação era maior no Santa Marcelina, em Itaquaquecetuba, com 77% dos leitos de UTI com pacientes. Com relação à média móvel, a cidade também figurava no primeiro lugar em confirmações de novos casos no Alto Tietê nesta quarta, com a média de 78 por dia.
A região chegou novamente ao recorde de mortes em 24 horas nesta quarta, com 21. Itaquaquecetuba também foi a cidade com maior número, com oito óbitos.

G1 passa a contabilizar média móvel do Alto Tietê diariamente
Leitos de UTI
No Hospital Santa Marcelina, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, são 62 leitos para casos de Covid-19, somando 22 de UTI e 40 de enfermaria e ocupação da UTI é de 77%.
No Regional de Ferraz de Vasconcelos são 29 leitos destinados para casos de Covid-19, somando 13 de UTI e 16 de enfermaria. Na UTI, a ocupação é de 54%.
O Hospital Luzia de Pinho Melo, em Mogi das Cruzes, conta neste momento com 55 leitos destinados a Covid-19, somando 22 de UTI e 33 de enfermaria. Na UTI, a ocupação e de 50%.
A Secretaria de Estado da Saúde informou que “mantém o monitoramento do cenário da COVID-19 em São Paulo e, consequentemente, eventuais necessidades de ampliação de leitos para assistência aos pacientes com a doença.
Juntos, os serviços de saúde do Alto Tietê contam com 636 leitos SUS voltados para COVID-19, sendo 453 de UTI. Se necessário mais leitos serão ativados. As unidades seguem aptas a receber pacientes.”
A secretaria também lembrou que “as taxas variam no decorrer do dia, em virtude de fatores como altas ou óbitos, por exemplo”.
Ainda de acordo com a pasta, “um esquema especial de gestão de leitos hospitalares é mantido para dar prioridade à internação de pacientes com quadros respiratórios agudos e graves, com suporte da Cross (Central de Regulação e Oferta de Serviços de Saúde) para as transferências.”
