Setor de beleza de Mogi das Cruzes se prepara, esperando abertura

Setor de beleza se prepara, esperando abertura

Setor de beleza se prepara, esperando abertura

Salões de beleza e barbearias, apesar da incerteza de ainda não saber se o Alto Tietê vai passar para a fase amarela do Plano São Paulo, adotam medidas de segurança e mudanças na rotina de trabalho. A região ainda está na fase laranja e não permite que o setor funcione.

Enquanto, o setor está parado Leonardo de Oliveira Silva que é supervisor em um salão no Distrito de César de Sousa, em Mogi das Cruzes, já implanta mudanças no local. “Uma exigência que a gente até já colocou na porta é uso de máscara dentro do salão, a pessoa não pode vir com acompanhante, ela tem que vir sozinha. A gente reservou alguns espaços para as clientes não ficarem muito próximas dentro do salão. A gente disponibiliza álcool em gel para os clientes”, explica Silva.

Ele conta que o número de funcionários trabalhando no local também será alterado. E acredita que deve demorar para retomar o faturamento de antes. “Não vai retornar da forma como era antes, os clientes não vão voltar imediatamente, eles vão voltar aos poucos. A gente imagina que esse começo seja 30% do que a gente costumava atender. A gente não espera retornar a todo vapor.”

Em outro salão de beleza no Alto do Ipiranga, a proprietária também está na expectativa para a reabertura. Viviane Cândido vai seguir um protocolo de segurança. Além da limpeza de todo o local, antes do cliente entrar no salão vai ter que medir a temperatura. “Vamos medir a temperatura e depois disso ela limpa totalmente os pés. E se ela não tiver de máscara, eu tenho aqui na recepção também máscara para ser utilizada pelas clientes. Escala, cada dia vem um profissional atender junto comigo. Vamos ter um agendamento um pouco mais intercalado de uma cliente a outra.”

Mas mesmo com a possibilidade do município passar para a fase amarela e o salão voltar a receber os clientes, Viviane ainda fica apreensiva desta retomada das atividades por causa do avanço da pandemia. “Tenho medo porque o vírus, ele está aí. Eu tive profissionais que trabalham comigo que teve pais que morreram, tios que morreram com a covid19. Então, assim, quando não está perto da gente, a gente acha que tudo é um mito. Mas é realidade. Eu passei junto com alguns parceiros meus aqui, foi sofrido, então, temos que ter cautela.”

By Tribuna ABC

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