Câmara de Vereadores de SP aprova em 1º turno o projeto de lei que regulamenta atividade de motofrete na capital

Vereadores de São Paulo durante debate no plenário da Câmara Municipal, no Centro da cidade. — Foto: Divulgação/CMSP 1 de 3
Vereadores de São Paulo durante debate no plenário da Câmara Municipal, no Centro da cidade. — Foto: Divulgação/CMSP

Vereadores de São Paulo durante debate no plenário da Câmara Municipal, no Centro da cidade. — Foto: Divulgação/CMSP

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta quarta-feira (9), em primeira votação, o projeto de lei 578/19 que regula atividade de motofrete na capital paulista. O projeto é de autoria da Comissão de Trânsito, Transporte e Atividade Econômica da casa e foi aprovado por 31 votos favoráveis, 3 contra e 5 abstenções.

A proposta ainda precisa passar por segunda votação na casa, que ainda não tem data definida, antes de seguir para a sanção do prefeito.

O PL 578/19 prevê uma série de obrigações para empresas de entregas por aplicativo em relação aos entregadores, como o pagamento de adicional de periculosidade, a obrigação de contratar apenas profissionais inscritos no Cadastro Municipal de Condutores de Transporte de Pequenas Cargas (Condumoto), a chamada placa vermelha, e a proibição das empresas e aplicativos de oferecerem prêmios por cumprimento de metas para números de entregas ou prestação de serviço dos motofretistas que estimulem o aumento de velocidade.

O projeto também prevê multa de R$ 300,00 a R$ 3.000,00 para as empresas ou aplicativos que descumprirem a norma e implantarem qualquer tipo de plano de metas entre os colaboradores.

A texto da proposta proíbe também que as empresas contratem entregadores sem carteira de habilitação ou que tenham motos que estejam em “desconformidade com as exigências legais”.

Entregadores de aplicativos fazem protesto em frente à Câmara Municipal de São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1 2 de 3
Entregadores de aplicativos fazem protesto em frente à Câmara Municipal de São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Entregadores de aplicativos fazem protesto em frente à Câmara Municipal de São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

A votação teve protesto do lado de fora da Câmara Municipal, onde os entregadores de aplicativos exigiam mudanças no PL 578/2019. Com cartazes e faixas, eles afirmavam que a proposta compromete a liberdade e os ganhos da categoria.

Motociclistas e entregadores de aplicativos protestam em frente à Câmara Municipal de São Paulo, no centro da cidade, pedindo mudanças no Projeto de Lei 578/2019, na tarde desta quarta-feira (9). — Foto: Leco Viana/Estadão Conteúdo 3 de 3
Motociclistas e entregadores de aplicativos protestam em frente à Câmara Municipal de São Paulo, no centro da cidade, pedindo mudanças no Projeto de Lei 578/2019, na tarde desta quarta-feira (9). — Foto: Leco Viana/Estadão Conteúdo

Motociclistas e entregadores de aplicativos protestam em frente à Câmara Municipal de São Paulo, no centro da cidade, pedindo mudanças no Projeto de Lei 578/2019, na tarde desta quarta-feira (9). — Foto: Leco Viana/Estadão Conteúdo

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By Tribuna ABC

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