Professor de Biritiba desenvolve projeto para movimentar a vida de crianças por meio da tecnologia

Professor de Biritiba Mirim usa redes sociais para ajudar famílias a passarem por pandemia

Professor de Biritiba Mirim usa redes sociais para ajudar famílias a passarem por pandemia

Um professor de Biritiba Mirim descobriu uma forma de movimentar a vida das crianças mesmo durante a pandemia e, para isso, ele usa a tecnologia como ferramenta.

Desde o começo de junho, o professor Edmilson de Jesus Melo, conhecido como Misso, posta nas redes sociais atividade físicas, recreativas, jogos e alguns desafios.

O encontro é semanal e o material fica nas redes sociais do projeto. É só escolher a melhor hora e o melhor local para acessar.

“Esse projeto tem grande importância porque tira o sedentarismo. Embora ele use a tecnologia, o foco não está na tecnologia. Elas se movimentam e é divertido porque cada semana é uma brincadeira diferente”, avalia a pedagoga Marília de Cassia Bolanho Morais.

Os vídeos são uma adaptação do projeto brincando no bairro, criado em 2017, em Biritiba Mirim. As atividades só foram para a internet por causa da quarentena, A proposta principal da ação é desenvolver as brincadeiras em uma praça ou em um campo, ou seja, interagir diretamente com as crianças.

Professor de Biritiba Mirim utiliza redes sociais para levar atividades a crianças — Foto: TV Diário/Reprodução 1 de 1
Professor de Biritiba Mirim utiliza redes sociais para levar atividades a crianças — Foto: TV Diário/Reprodução

Professor de Biritiba Mirim utiliza redes sociais para levar atividades a crianças — Foto: TV Diário/Reprodução

Os encontros eram realizados de três em três meses. A criançada do bairro fazia a festa! Cada edição costumava reunir cerca de 100 participantes.

O professor Misso é educador físico, pós-graduado em educação física escolar, psicopedagogia, educação especial inclusiva e técnico em nutrição. Ele atua nas redes pública e particular e, nas horas vagas, sempre gostou de resgatar brincadeiras antigas com as filhas Yasmim e Sofia e foi justamente dessa interação com as meninas que veio a motivação.

“Elas não tinham com o que brincar dentro de casa. Foi aí que surgiu a ideia de fazer o projeto. A gente fez a primeira edição, onde já apareceu muita criança. Então o projeto começou a tomar força e o principal objetivo era levar até as crianças. Então a gente escolhe um bairro da cidade e ali desenvolve várias brincadeiras, algumas antigas e umas que eu acabei criando”, conta o educador.

O professor sempre usa materiais simples, que tem em casa, para que todos possam ter acesso. Parece só brincadeira de criança mas as atividades são muito bem planejadas para exercitar o corpo e a mente.

“Tem os jogos cognitivos que eu aplico também e lanço para as pessoas poderem fazer. Não só a parte física e sim o mental, porque a criança fica muito tempo em casa. Esses jogos trabalham o cognitivo e isso acaba auxiliando nas aulas on-line”, diz.

“É importante porque é muito tempo elas usando a tecnologia, elas estão tendo aulas remotas. Por conta disso, para não gerar ansiedade, coisas desse tipo, e ter o hábito saudável, a gente costuma incentivar”, diz Marília.

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By Tribuna ABC

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