Setor industrial prevê aumento na produção até fim do ano na região de Itapetininga

Setor industrial prevê aumento de até 30% na produção até fim do ano na região

Setor industrial prevê aumento de até 30% na produção até fim do ano na região

Meses após o início da pandemia da Covid-19 no Brasil, empresários da indústria na região de Itapetininga (SP) afirmam que a economia voltou a crescer e preveem o aumento na produção até o fim do ano.

Ercio Giriboni, empresário de uma fábrica de produtos alimentícios, afirma que a produção não parou no período de isolamento social, principalmente de café.

“Com o pessoal em quarentena, no mês de março a nossa indústria teve um aumento de 30%. De lá para cá, estamos tendo equilíbrio e aumento. Em junho o aumento foi de 8%, e em julho de 9%. Nossa perspectiva para este ano, de janeiro a dezembro, é um crescimento de 10% nas nossas vendas”, diz.

Setor industrial prevê crescimento na produção até o fim do ano — Foto: Reprodução/TV TEM 1 de 3
Setor industrial prevê crescimento na produção até o fim do ano — Foto: Reprodução/TV TEM

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De acordo com Ercio, a produção de café chega a 200 toneladas por mês e, por causa da demanda, os planos da empresa são expandir a estrutura e investir em outras unidades.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontaram que a produção industrial no Brasil teve alta de 8,9% em junho, em comparação com o mês anterior, e esta foi a maior taxa desde junho de 2018.

Os setores que mais de destacaram foram de veículos automotores, bebidas, alimentos, equipamentos de transporte, produtos minerais não metálicos, materiais elétricos e móveis.

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Setor industrial prevê crescimento na produção até o fim do ano — Foto: Reprodução/TV TEM

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Em uma fábrica de colchões e camas, a pandemia chegou a preocupar os empresários e comprometeu as vendas do local por um curto período, mas as vendas saltaram e a empresa se restabeleceu.

“A gente precisou parar a produção em meados de abril, demos férias coletivas e realizamos demissões de 10% do quadro de funcionários. Em maio notamos que o mercado teve uma pequena reação e até nos surpreendeu, chamamos os funcionários de volta gradualmente e em junho as vendas praticamente estavam restabelecidas no patamar normal”, explica o gerente de vendas Thariel Manteiga.

Assim como no ramo alimentício, as pessoas passaram a investir mais em itens domésticos durante o período de isolamento social, e um deles foi o colchão.

“Nesta reação, entrando no segundo semestre projetamos o crescimento de 20% em relação ao ano anterior. Atualmente temos quatro vezes mais pedidos em carteira do que em tempos normais”, diz.

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By Tribuna ABC

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