1 de 2Confira as últimas notícias sobre o coronavírus na região — Foto: Hellen Souza/ Arte-G1
Confira as últimas notícias sobre o coronavírus na região — Foto: Hellen Souza/ Arte-G1
Campinas (SP) registrou em julho o maior número de mortes em um único mês desde que iniciou a série histórica de estatísticas dos Cartórios de Registro Civil pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2002. Pela primeira vez, a cidade ultrapassou a marca de mil óbitos – foram 1.120 -, e o recorde está diretamente relacionado com o impacto da Covid-19.
De acordo com a pesquisadora Tirza Aidar, do Núcleo de Estudos de População (Nepo), da Unicamp, da mesma forma que a pandemia contribuiu para o crescimento de mortes, medidas como o isolamento social, por parte da população, serviram para diminuir óbitos por doenças comuns do período entre idosos e crianças, por exemplo.
“Um fator importante é que no outono e inverno sempre cresce o número de óbitos, entre os idosos principalmente, por conta das doenças respiratórias. Essa sazonalidade é presente para a maioria das populações. Muito provavelmente em 2020, o isolamento social contribuiu para diminuir óbitos por outras ‘gripes’ entre os mais velhos e crianças, e alguns acidentes, como de trânsito e atropelamentos. Por outro lado, há crescimento das mortes devido a nova pandemia”, explica.
Casos e mortes
Desde o início da pandemia, já foram contabilizados 80.213 registros positivos da doença nos 31 municípios da área de cobertura do G1 Campinas. Além disso, ocorreram 2.584 mortes em 30 cidades – a exceção é Monte Alegre do Sul (SP).
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2 de 2Infográfico mostra quais são os erros e acertos ao usar a máscara — Foto: G1
Infográfico mostra quais são os erros e acertos ao usar a máscara — Foto: G1
