1 de 1Motorista teve 50% do corpo queimados em acidente durante churrasco com amigos em Praia Grande, SP — Foto: Arquivo Pessoal
Motorista teve 50% do corpo queimados em acidente durante churrasco com amigos em Praia Grande, SP — Foto: Arquivo Pessoal
Um motorista de 38 anos teve metade do corpo queimada após um galão de álcool explodir durante um churrasco em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Ao G1, nesta segunda-feira (7), a irmã de David Petruci de Rezende contou que a vítima sofreu graves queimaduras no rosto, no abdômen, nas pernas e nos braços.
O caso aconteceu neste fim de semana durante um churrasco entre amigos de David. De acordo com Damiane Petruci de Rezende Siles, irmã do motorista, o grupo utilizava um tacho sobreposto a um recipiente com álcool para preparar a carne que seria servida aos convidados que participavam da confraternização.
Damiane relata que, enquanto um dos convidados preparava o tacho para assar a carne, um adolescente se aproximou do fogo, carregando o galão com álcool. Assim que percebeu a movimentação do jovem, David tentou afastá-lo das chamas e segurou o recipiente. Nesse momento, o galão explodiu, queimando o motorista e um outro convidado.
“Ele viu que o menino ia colocar o álcool e correu para separar e tirar o galão da mão dele. O galão explodiu e ele teve 50% do corpo queimado, sofreu queimaduras no braço, no lado direito do rosto e no abdômen, mas está consciente. Foi ele mesmo quem contou o que aconteceu para a esposa, já no hospital”, afirma a irmã.
David e a outra vítima foram levados ao Pronto-Socorro do Hospital Irmã Dulce, em Praia Grande, logo após o acidente. Na unidade, o motorista recebeu os primeiros atendimentos médicos, porém, segundo a família, ele necessita de transferência urgente para um hospital especializado em queimaduras.
“Ele precisa ir urgentemente para a Santa Casa de Santos, onde há tratamento para queimaduras, mas está aguardando abrir uma vaga. Meu medo é que o estado de saúde dele se agrave e isso prejudique a situação dele”, afirma Damiane.
O G1 questionou o Hospital Irmã Dulce e a Santa Casa de Santos sobre a transferência de David, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
